
Capítulo Três
ROSADO, TÍMIDO E VIRGEM
O
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jantar de
meu aniversário de dezoito anos pode ser considerado um sucesso. Ninguém brigou
e meu pai apesar de bastante ignorante acabou aceitando meu tio dormir em sua
casa. Essa não era uma noite para brigas. Só queria passar meu aniversário de
dezoito anos me divertindo com minha família que era a coisa mais importante
para mim. nunca tive amigos de verdade. Sempre tive colegas no colégio, tanto
que nenhum deles foi convidado a vir essa noite. Minha família é importante
para mim e a opinião deles sobre mim me machuca a vezes então prefiro não
contar. Pelo menos não agora.
Todo mundo bebeu e conversou até ás onze e meia da noite. Depois dessa
hora todos começaram a ir embora. Meu tio Ryan foi embora e por volta dá meia
noite meu tio, minha tia e meus primos se foram. Arrumei o quarto do meu tio e
ele se deitou. Minha mãe e meu pai estavam deitados a vinte minutos quando fui
para me quarto. Tirei minha camisa e me deitei de cueca e uma bermuda de
pijama.
Estava dormindo e um bom tempo quando comecei a ter uma engraçada
sensação. Pareciam cócegas. Tinha uma sensação esquisita e molhada. Acordei de
uma vez e percebi que tinha tido um sonho erótico porque estava deitado de
bruços com o pau duro.
Nesse momento percebi que a sensação continuava e que sentia cosquinhas
no meu ânus. Tentei me virar, mas não consegui. Tinha algo me segurando na
cama. Foi nesse momento que virei meu rosto e vi meu tio Stephen com a cara
afundada entre minhas nádegas. Ele olhava diretamente para mim enquanto sua
língua alisava meu buraquinho virgem. Meu tio tinha me acordado ne fazendo
cunete. As cosquinhas que sentia era sua barba roçando minhas nádegas e as sensação
molhada era a saliva escorrendo no meu cuzinho.
- o que está fazendo? – perguntei para meu tio tentando me virar. Seus
dedões abriam minha bunda e meu buraco estava exposto na sua frente.
- Você gosta de mulher? – perguntou meu tio.
- porque está perguntando?
- Pode me dizer se você gosta ou não. Não vou te julgar – falou meu tio
Stephen.
- você gosta de mulher?
- isso realmente não importa pra mim. Eu faço sexo com o que sinto
tesão. Homem ou mulher.
- eu gosto de homem.
- que bom – falou meu tio Stephen se abaixado e dando dois selinhos na
meu ânus. Senti um enorme prazer quando ele fez isso. Provavelmente o melhor
beijo grego que recebi até hoje.
Ele continuou dando selinhos no meu ânus como se fosse minha boca. ele
lambia duas vezes e dava um selinho. Em seguida ele esfregava o dedão direito
na entrada circulando e em seguidas repetia tudo outra vez.
- está gostando?
- estou sim.
Meu tio deixou firme sua língua e começou a fazer movimentos na entrada
no meu ânus como se estivesse me penetrando. Agora ele sentia o sabor que meu
ânus tinha por dentro. Rosado, tímido e virgem.
- eu sou virgem – falei sentindo ele parar quando fiz isso.
- você nunca deu?
- não – falei ofegante – nunca dei e nunca comi.
- você me deixa tirar seu cabaço?
- você é irmão do meu pai.
- isso não é importante pra mim – falou ele se levantando. Agora eu pude
me virar de costas e olhar para ele. Meu tio tinha abaixado minha bermuda até o
joelho e tocando meu corpo enquanto dormia. Ele se aproveitou de mim e eu
admito que gostei de acordar da forma que acordei. Não tinha sido consensual até
agora porque estou dizendo…
- …sim – falei sentindo algo estranho – tira minha virgindade.
Foi nesse momento que senti algo estranho em mim. Nunca senti prazer ou
tesão por um parente, mas meu tio Stephen estava me fazendo sentir isso pela
primeira vez na minha vida. Era algo curioso e proibido e eu adorei estar
fazendo.
Tirei o restante da bermuda e meu tio me mandou virar de bruços
novamente. Já de costas ouvi meu tio abrindo a braguilha da calça e em seguida
ele veio por cima de mim. Senti a calça Jeans na minha perna e sem seguida algo
duro espetando minhas nádegas. Meu tio abriu minha bunda com ás mãos e em
seguida senti seu corpo deitando em cima do meu e algo molhado e quente
espetando a entrada do meu ânus. Senti um calafrio nesse momento porque
imaginei como seria minha primeira vez e imaginei ás coisas que eu faria. O
bafo quente do meu tio soprou em minha orelha. Em seguida ele abraçou meu corpo
e começou a forçar.
- está doendo – falei tentando me levantar desesperado. Era uma dor
grande.
- vai passar – falou meu tio levando a mão esquerda até minha boca – só
vou tapar sua boca pra você não gritar OK? Se não seu pai acorda.
- tudo bem – falei sentindo ele tapar minha boca. Apesar da dor ser
grande eu senti prazer. Nem tanto pelo fato de ter um pau entrando em mim, mas
saber que o dono daquele pau era meu tio. Aquilo estranhamente me excitou e a
dor se tornou insignificante.
Não sei bem até quanto meu tio enfiou e eu nem sabia o tamanho do seu
dote, mas ele rebolou e começou a tranzar fazendo movimentos de vai e vem.
Senti meu tio gemer e seu bafo quente no meu rosto. Era a minha primeira vez,
não estava muito excitado. Em fato eu mal senti tesão, mas meu tio estava se
excitando. Ele estava sentindo prazer dentro de mim e aquilo me excitou. Eu
gostei daquilo. Saber que meu tio estava tendo prazer ao meter em mim me deixou
excitado e foi quando eu comecei a gemer bem baixinho.
- está gostoso? – perguntou meu tio baixinho.
- está sim – falei sentindo o corpo dele pressionando o meu na cama.
- seu pai sabe de você?
- não. Ele não sabe.
- que delicia – falou ele ainda fazendo os movimentos – está gostoso?
Está bom pra você?
- está sim.
- vou gozar, posso gozar?
- você colocou camisinha?
- não.
- goza fora então.
- deixa eu gozar dentro.
- não sei…
- confie em mim. não tenho camisinha aqui comigo e não queria perder
essa chance.
- como assim?
- seu pai me chamou de bastardo Kyle e agora eu estou com o pau socando
no seu cu. Me deixa gozar.
- vocês são idiotas? Você e meu pai são adultos e agem como
adolescentes. É por isso que veio no meu quaro no meio da noite? vingança?
- você concorda com o que seu pai falou de mim? ele me chamou de
bastardo.
- não. Claro que não concordo.
- ótimo – falou Stephen fazendo um movimento mais forte. Ele gemeu e
começou a forçar mais fundo. Nesse momento ele estava ejaculando dentro de mim.
Não posso dizer que não gostei. E foi nesse momento que descobri que o que me
faz gozar é ver meu parceiro gozando, se divertindo, sentindo tesão e se
deliciando ao explorar o meu corpo.
- você gozou dentro de mim?
- sim – falou ele tirando seu membro e esfregando na entrada do meu ânus
fazendo com que toda a porra ficasse lá dentro – me desculpa, você disse não e
eu fiz mesmo assim.
- não tem problema – falei me deitando novamente de barriga para cima –
eu gozei na cama toda só ao sentir você gozar em mim.
- que bom que gostou – falou ele se deitando ao meu lado.
- você precisa ir pro seu quarto. Se o meu pai descobre que você veio
aqui ele vai me perguntar depois o porque.
- tudo bem – falou Stephen se levantando. Seu membro já estava guardado
de volta na cueca – durma bem garoto.
- tudo bem tio. Boa noite.
Essa foi a minha primeira vez. Não foi romântica, mas foi inesquecível.
Foi a partir dessa primeira vez que eu evolui e descobri do que gosto ou não.
Tio Stephen e eu temos um relacionamento bom e nós realmente quase não falamos
dessa noite que tivemos.
Nesse momento alguém bateu na porta do escritório.
- pode entrar – falei sentado na minha cadeira.
- boa noite – falou Stephen entrando.
- boa noite – falei me levantando.
- como você está?
- estou bem. E você tio? Tem se cuidado.
- tentando – falou ele forçando um sorriso – eu sinto tanto por…
- não fala nada – falei abrindo a gaveta da minha mesa e tirando de lá
um envelope.
- me sinto tão mal por aceitar seu dinheiro.
- não sinta. Pegue – falei entregando o envelope. Stephen pegou o
envelope e colocou no bolso – ai tem o suficiente para passar essa semana. Sabe
eu estava pensando que a partir do próximo mês eu pudesse juntar tudo e você
precisaria vir só uma vez. Seria melhor pra você.
- não. Eu gosto de vir aqui. Gosto de ver você toda semana.
- sério?
- sim, você é a única família que eu tenho.
- deixa de ser bobo Stephen. Até quando você e meu pai vão levar essa
briga?
- até ele vir ajoelhados pedir desculpas.
- pelo amor de Deus Stephen. Vocês parecem crianças sabia?
- como você está? bem?
- sim. como na semana passada. Exatamente como na semana passada. Não
acontece muita coisa na minha vida sabe. É só da casa para o trabalho e do
trabalho pra casa.
- porque você me dá dinheiro? Eu sou só um vagabundo sem emprego.
- tudo o que você quer é ser amado e sentir que alguém se importa
Stephen. Eu te amo e me importo com você e eu ainda espero pelo dia em que você
vai voltar a vida do meu pai porque até eu acho que essa briga de vocês já foi
longe demais.
- quem sabe um dia – falou ele me abraçando e dando um beijo no meu
rosto – obrigado mesmo pelo dinheiro. Você não saber a vergonha que eu tenho de
vir aqui e aceitar.
- não sinta vergonha. Eu estou te dando esse dinheiro.
- sabe você é tão bom comigo e eu nunca me perdoei pelo o que fiz com
você na noite do seu aniversário.
- O que você me fez que se arrepende? Ter feito sexo com seu sobrinho ou
ter gozado dentro de mim sem camisinha?
- de…
- pense muito bem na sua resposta Stephen porque eu não em arrependo
daquele dia. Sei que ter traçado o filho do seu irmão deve ter sido uma boa
vingança. Em um momento meu pai te chama de bastardo no outro você enche o cu
do filho dele de porra. Sem ele saber, debaixo do teto dele e o melhor de tudo,
no quarto ao lado.
- na verdade não me arrependo de nada – falou ele rindo – quando penso
no que seu pai falou pra mim eu me lembro dessa noite e de alguma forma me
sinto melhor. Me sinto mal ter usado você para atingir seu pai, especialmente
dessa forma.
- não se sinta mal. Apesar de tudo você foi meu primeiro e foi o ponto
de partida para o que sou hoje. Foi o ponto de partida paras tudo o que fiz na
cama desse aquele dia.
- que bom que as lembranças pra você – falou ele com um sorriso –
preciso ir embora.
- vou ficar com saudades até semana que vem – falei acompanhando ele até
a porta.
- foi bom ver você outra vez e obrigado pelo dinheiro.
- não esquenta.
- boa noite – falou meu tio saindo do escritório e eu fechei a porta.
Meu tio se foi, mas o fato dele ter tocado naquele assunto me trouxe
lembranças e eu o agradeço a ele por ter feito aquilo naquela noite. Foi ele
quem despertou os sentimentos secretos que tenho por meu pai.

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